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Esse camarada já tinha que esta preso 1 fanfarrão dece
Graças A DEUS O Senhor Não Encobre PECADO
O Senhor Não Encobre Pastor Pedófilo
Parabéns
Criminosos tem q ser presos. Independente de crenças e posições.
A família evangélica nao defendem Criminosos, pelo contrário…N9SSO JESUS LIBERTA E TRANSFORMA
Vcs pastores estremistas esqueceram a igreja😂
silas "malacheia"…
Tá igual ao Papa, só fala o que é lógico, racional. de Espiritual, vida eterna, volta de Jesus, salvação nada; Acorda povo cristão, sai dessa babilõnia.
Mais preocupado com a opinião publicada
Silas Malafaia. Pastor do ódio!!
Jesus fez milagre não pediu dinheiro
Malacheia fala do bolsa família e vale gás e outros auxílio. Mas 10% de uma boa parte vai pra ele
É claro que encobrem. Isso não é novidade.
Sim pastor, a diferença da permissão, ta no dissemos…
Pastor não seja canalha!
ESSA MENSAGEM DELA FOI MUITO IMPORTANTE, A IGREJA TEM QUE FALAR E SE POSICIONAR, POIS TEM ÍMPIO NA IGREJA? TEM!
NAO É SE POSICIONANDO CONTRA ESSA PREGAÇÃO QUE ESSE TIPO DE PECADO É COMBATIDO, ENTÃO DEIXE APENAS A MENSAGEM INCOMODAR QUEM PRATICA O TAL PECADO MENCIONADO! POIS ELA FALOU A IGREJA, PASTOR CADA IGREJA PEQUENA QUE SE ABRE NA ESQUINA DÊ ELA BONS FRUTOS OU NÃO É O NOME DO POVO DE DEUS QUE É CRÍTICADO! É PRECISO SIM É NESCESSÁRIO O MUNDO PRECISA SABER SIM .
O comportamento de negação de uma realidade bem tangível no meio cristão protestante é um fenômeno muito comum e, na psicologia social e na sociologia das organizações, tem até nome: "matar o mensageiro" (ou falácia ad hominem, quando trazido para o campo da argumentação).
Quando uma figura de relevância, como a pastora Helena Raquel, traz à tona um tema indiscutível e doloroso como a violência doméstica no ambiente cristão, a reação defensiva de outros líderes geralmente não é sobre o fato em si, mas sim sobre o que a exposição desse fato provoca na estrutura de poder.
Existem alguns motivos principais que explicam por que tantas pessoas preferem atacar quem fala a verdade em vez de combater o problema:
1. Preservação da instituição acima das pessoas:
Para muitos líderes, a reputação da igreja ou do sistema religioso é vista como algo que deve ser protegido a qualquer custo. Eles operam sob a falsa premissa de que expor as feridas internas "enfraquece o corpo" ou "dá armas aos críticos de fora". Quando alguém denuncia a violência doméstica, a liderança defensiva enxerga a denúncia como um ataque à instituição, e não como um socorro às vítimas.
2. A falácia da quebra de hierarquia:
O ambiente eclesiástico muitas vezes é estruturado de forma rigidamente patriarcal ou fortemente hierárquica. Quando uma liderança feminina assume o púlpito ou o microfone para apontar uma falha estrutural severa, alguns líderes reagem mal simplesmente por quem está falando. Desqualificar a pastora Helena Raquel é uma tentativa de restabelecer o controle e neutralizar a autoridade da mensagem dela.
3. Conveniência e cumplicidade por omissão:
Combater a violência doméstica dá trabalho. Exige acolhimento, exige confrontar homens agressivos (que muitas vezes são dízimistas, cooperadores ou amigos de infância desses pastores) e exige acionar as autoridades civis (polícia e justiça). Quando um pastor critica quem prega sobre isso, muitas vezes ele está tentando justificar a própria omissão. É mais fácil dizer que a pregadora "exagerou" ou "foi polêmica" do que olhar para as ovelhas feridas na própria comunidade e admitir que falhou em protegê-las.
4. Dissonância cognitiva e culpa:
Ouvir uma verdade dura causa desconforto interno (dissonância cognitiva). Se o líder sabe que o problema existe, mas não faz nada, a mensagem da pastora gera culpa. Para aliviar esse desconforto, a mente humana costuma usar um mecanismo de defesa: em vez de mudar de atitude (o que exige humildade e esforço), a pessoa ataca a fonte do desconforto. Se eles conseguirem convencer os outros de que a pastora Helena Raquel "estava errada na forma", "foi imprudente" ou "quis se aparecer", eles anulam o peso da mensagem e podem continuar ignorando o problema com a consciência limpa.
Em resumo, as críticas quase nunca são sobre a teologia ou sobre a veracidade dos fatos. São sobre medo da perda de controle, conveniência e a insistência em manter as aparências em vez de promover a justiça e o cuidado que o próprio evangelho que eles pregam exige.
Você não apareceu hoje para tentar defender seu bezerro de ouro 2.0 Flávio rachadinha.
⚠️tá desesperado⚠️
Mais uma vez tratando assuntos referentes à igreja de forma politiqueira, aí eu respondo: e daí que tem gente da esquerda compartilhando a mensagem da pastora, que seja, que todos compartilhem a mensagem, a pregação por si só está muito clara.
Não e julgando não apenas um comentário. Tem muitos pastores que são ex presidiários. Aprontao o diabo depois vem querer por a mão na sua cabeça e te abençoar.. o que tem de pastor e padre pedófilos não e brincadeira
Eu ouvi toda mensagem e até vou aprofundá–la mais para pontuar em outras oportunidades, só que em momento nenhum a pregadora deu este dado como se fosse 43% das mulheres evangélicas, mas sim como dado a nível de brasil, ao menos foi isso que ela deixou entender em minha opinião. quando foi foi tratar de dados evangélicos sobre isso, ela fez questão de pontuar que não encontrou nada ou quase nada em suas pesquisas, mas sim em constatações vividas por ela ao longo de sua trajetória como cristã e também por meio de testemunhos de outras lideranças. Nunca sequer tinha ouvido uma mensagem dessa irmã e talvez não ouvisse esta deste ano se não por curiosidade da polêmica que deu. Mas friso aqui que o pastor Silas Malafaia é um homem de Deus e um excelente defensor de temas centrais bíblicos e um exímio pregador do evangelho, mas neste ponto específico, discordo em número, gênero e grau.
Sentimos muito em ter que dizer, mas é verdade, incluindo a violência velada. Eu sei que a Janja esta se aproveitando disso, e ela não é referência para nenhuma mulher de bem. mas a verdade é que muitos lideres dessas igrejas, fingem que este terrível problema não ocorre. Assim como o Vaticano fazia, com os graves casos de pefofilia. Homens ditos de Deus, que pregam a violência, o desprezo pala pessoa, que se acham acima das mulheres, que são totalmente intolerantes com outras religiões, alguns aqui no Rio são ligados, ao narcotráfico e quando surge denúncias, é sempre o mesmo papo, estão querendo generalizar, denegrir, parece o mesmo discurso da esquerda, que vocês tanto condenam. Ano de eleição e sua preocupação é com votos. Que triste. Melhor era ter ficado quieto.
Parabéns Helena, claro que é verdade , se a porcentagem não for maior que isso, abusos fazem as vítimas se calarem e carregarem a culpa e sou evangelica e sei do que estou falando, triste demais , mais é verdade sim.
Também acho os números exagerados, porém, mesmo que fossem só 1% seria muito para a Igreja.
Há muitos casos sim, de violência não tratada nas igrejas. Embora hajam excessões, o problema não é encarado de frente. Se houve exagero na denúncia da pastora Helena, é porque a igreja tem tratado esta questão como algo supérfluo.
Muitas igrejas evangélicas hoje, se assemelham a igreja católica da idade média, quando a crítica se era externa, chamavam de perseguição e se era interna, era rebelião; ou seja, a igreja estava acima de qualquer crítica.
É lamentável teu posicionamento, quando você mesmo já usou tantas vezes de generalização.
Num toca na "otoridade do homi de deuso".
Parabéns pastor pela coragem..
Tá preocupado com o ano eleitoral!!
Será que nós encobrimos pedófilos e quem bate ou espanca mulheres? "
Resposta: Vamos dar voz às vítimas para que elas mesmas respondam! Que Deus tenha misericórdia de nós!
Sou Pastor da Assembleia de Deus no Rio Grande do Sul🤝E aqui nós não apoiamos pedófilos e espantadores de mulher🙏
Para de gritar que ninguém é surdo
Será que Jesus e seus apóstolos usavam esse linguajar?
Que Deus abençoe sua vida pastor Silas. Eles adoram falar mal da igreja.
Sua conta vai chegar Malafaia!!!
Primeiro lugar, pastor não é ungido, cometeu deslize ou crime tem que ser denunciado.
não precisa fazer pesquisa !
Encobre sim! O caso do Lucas Terra😅vamos falar disso?