Sobre Viver #276 – Ambos / Ed René Kivitz

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  • Misturou (e permitiu confundir) "direitos naturais" (comuns e simultâneos a todos e não impõem deveres a ninguém) com direitos artificiais positivistas (para que um grupo tenha determinados "direitos", outros terão deveres). No meu entender a parábola dos talentos comunica com eficácia que aquele contexto em que nascemos (financeiramente rico ou pobre, aleijado ou saudável, habilidoso ou não…) são os talentos que recebemos de graça (e não por méritos nossos) de Deus. Cabe a cada um de nós, livre, voluntária e individualmente, usar e aproveitar desses talentos (ferramentas divinas) para melhor aprender e praticar o Amor (construir uma obra divina). Cuidado ao apoiar leis artificiais que se baseiam no "amor" coletivista (planificado) que tende a atropelar as liberdades e vontades individuais. O amor só existe se for de livre vontade própria.

    Tiago Mello 26 de abril de 2023 13:54 Responder
  • Perfeito… quem tem ouvidos OUÇA.

    Vanessa Brunkow 26 de abril de 2023 13:54 Responder
  • Amém!!!

    Louco Leitor 26 de abril de 2023 13:54 Responder

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