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René, tudo bom? Faz algum tempo que não comento em seu canal, mas to sempre de olho…
Sempre gostei, acompanhei e compartilhei seu conteúdo, mas nem sempre concordei com tudo o que diz, pois me identifico com um pouco do seu ceticismo por todo o barulho que fazem para enfiar goela abaixo tudo o que é "trend", mas por outro lado, por ter tido minhas próprias oportunidades e experiências (que podem ter sido diferentes das suas), ainda acredito que seja possível trabalhar digital, inovação, UX, gamificação, IOT, impressora 3D e outras "tendências", de forma inteligente e num modelo onde os dois lados tenham condições de sair ganhando, e que não sejam apenas prêmios, e sim o tal do ROI.
Você bem sabe que existem formas de inovar disruptivamente até com custo praticamente zero, que podem permitir testar no mercado um produto ou serviço promissor, apenas com uma POC de baixa fidelidade, criando-se até um novo modelo de negócio ou então, que permitam uma inovação incremental, apoiando a operação e a deixando mais eficiente, gerando retorno financeiro direto, entre outras.
Só que o problema é que dá trabalho (como você bem disse). Além disso, nem sempre os dois lados estão dispostos a se doar por completo ou nem sempre a conta fecha (como você também disse). Mas na minha visão, também existe um abismo entre o ceticismo do cara que precisa, competentemente manter a operação funcionando e bater suas metas, e a energia e foco necessários para compreender o que acontece além disso, para então agregar valor inovativo e propor novos caminhos para os novos problemas ou para os que nunca foram solucionados pois ninguém olha pra eles.
Esta questão é inclusive trabalhada no famoso livro que você também deve ter lido: "O Dilema da Inovação – Quando as Novas Tecnologias Levam Empresas ao Fracasso" do Clayton M. Christensen.
Basicamente, acredito que um dos pontos desta equação esteja nas habilidades de comunicação e dedicação dos dois lados.
Por um lado, temos o dono da grana (que já está pouca), calejado e desgastado de tanto apanhar da operação, cético de que é possível fazer diferente e do outro, o que também é histórico, temos consultorias incapacitadas de abraçar a causa do cliente e trazer pra si a responsabilidade de agregar valor real, administrar a pouca verba do cliente com carinho e gerar resultados mensuráveis.
Neste cenário, realmente nunca haverá inovação.
Excelente! Ninguém fala a verdade nessas palestras! Só quem realmente esta no mercado, sabe o que acontece. E quando a gente não acredita em nada, é pessimista! hehehe Adorei Rene! o/
Rene, suas historias sao excelentes, nao me canso de ouvir vc conta-las. O seu carisma como apresentador eh contagiante.
Parabéns pelo seu trabalho Rene! já assisti metade do guia dos perplexos e está sendo uma grande reflexão para o nosso mercado do digital.
Continue produzindo esse conteúdo questionador e disruptivo
Forte Abraço
Muito bom, Rene! Esse tipo de discussão deveria fazer parte do dia a dia das equipes. Talvez assim seria possível encontrar saídas viáveis e evitar frustrações.
Como sempre excelente!
Eu visito direto terra e uol …. mas tinha esquecido que o ig existia kkkk obrigado Rene
daqui 20 anos ??? daqui 5 anos vai mudar …. senão as empresas não terão o que vender para os clientes …. pois é ….
Bom dia
Sério. Sempre tem um troll que vota negativo no vídeo.
Gostei sobremaneira do conteúdo abordado – vejam: cabe a todas áreas de nossa vida!
Gratidão, caro Rene!
Abraços literários no coração
Leon Nunes
Escritor.
Simplesmente GENIAL! Parabéns!