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Que conversa de alto nível! Parabéns ao pastor Ed e tbm ao pastor Henrique por tamanha lucidez! Deus os guie !
Grato por resgatar o trecho da canção Unidade e Diversidade, de Jorge Rehder. A Santa Folia, tão sã e sacra quanto festiva, que acontece entre aqueles que partem e repartem. Uma mesa de comunhão entre os amigos de Jesus.
É admirável em nosso tempo ter essa ideia do Jesus Cristo renovado no sentido presente não diferente em poder do Jesus do passado e no que há de vir , JESUS CRISTO se faz novo assim como o dia todos os dias renasce e nos convida a vivê-lo.
Que palavras, que momento! É sobre esse evangelho que acredito! Não há caminho fora da política e é nele que temos que estarmos inseridos. Com o olhar do Jesus revolucionário.
É muito importante ouvir a sabedoria de Henrique Vieira , fala com simplicidade para as nossas almas. Gratidão por seu trabalho ao povo brasileiro Jesus ilumine sempre o seu caminho
2 Humanos exepicionais!❤Honrra de votar em Henrique e acompanhar Ed. Sempre me emocionado com tamanha sensibilidade e inteligência desses 2 Pastores.🙏👏👏👏
Pastor Henrique é um modelo de ser humano, cristão e politico porque é cristão, que renova minha esperança na Política Brasileira e na Humanidade.
Pastor Henrique é uma referência, uma inspiração. De uma clareza q só não entende e adota aquele q "não quer ver".
O debate sobre a relação entre evangelho e política não é novo, mas ganha força quando vozes públicas afirmam que não há como “despolitizar” a fé e que toda leitura bíblica deve partir de um lugar social específico, como o dos oprimidos. À primeira vista, essa proposta parece coerente com diversos textos bíblicos que evidenciam o cuidado de Deus com os vulneráveis. No entanto, o problema não está em reconhecer essa dimensão — que é real —, mas em transformá-la no critério central e obrigatório de interpretação.
Quando se estabelece previamente que a experiência dos oprimidos é o “lugar de revelação por excelência”, cria-se um filtro que antecede o próprio texto. A Bíblia passa a ser lida a partir de uma lente definida antes dela, e não o contrário. Isso altera profundamente o resultado da interpretação. Em vez de Cristo ser o centro que ilumina todas as coisas, Ele passa a ser compreendido a partir de uma categoria social. É uma inversão sutil, mas decisiva: não é mais o evangelho que julga nossas lentes, são as lentes que passam a julgar o evangelho.
Esse deslocamento fica evidente quando analisamos textos como Mateus 25. Ali, Jesus não apresenta a pobreza como critério de salvação, nem estabelece uma categoria social como autoridade espiritual. O foco do texto está na resposta individual diante da necessidade do outro. A estrutura é clara: “tive fome” e “me deste de comer”. O julgamento não recai sobre a existência da pobreza, mas sobre a ação — ou omissão — de quem se depara com ela. O necessitado aparece como o campo onde o coração humano se revela, não como o centro teológico da mensagem.
Quando essa ênfase é alterada, o risco é transformar o evangelho em um projeto predominantemente social. A fé deixa de ser, primeiramente, uma resposta pessoal a Deus e passa a ser definida por engajamento estrutural. Com isso, elementos centrais do ensino de Jesus, como arrependimento, responsabilidade individual e transformação interior, perdem espaço ou são reinterpretados à luz de uma agenda maior. A ação social, que nos evangelhos aparece como fruto de uma vida transformada, passa a ocupar o lugar de fundamento.
Outro ponto crítico é a aproximação explícita com determinadas correntes ideológicas. Quando uma leitura bíblica se alinha diretamente a um projeto político — seja ele qual for —, há o risco de instrumentalização do texto sagrado. Ainda que isso seja feito de forma sincera, o resultado é uma fusão entre fé e ideologia que dificulta distinguir onde termina uma e começa a outra. A Bíblia deixa de ser referência última e passa a dialogar sob condições previamente estabelecidas.
Isso não significa ignorar as injustiças sociais ou negar a responsabilidade coletiva. O próprio Jesus confrontou estruturas, denunciou hipocrisias e se aproximou dos marginalizados. Mas Ele nunca estabeleceu uma classe como critério de verdade, nem reduziu sua missão a uma reorganização econômica ou política. Seu chamado é universal e pessoal: dirige-se tanto ao pobre quanto ao rico, exigindo de ambos uma resposta diante de Deus.
O ponto central, portanto, não é escolher entre indivíduo e sociedade, mas preservar a ordem apresentada nos evangelhos. A transformação começa no coração e, a partir daí, alcança as relações, as estruturas e a comunidade. Quando essa ordem é invertida, o evangelho muda de natureza. Ele pode continuar usando a mesma linguagem, os mesmos textos e até as mesmas referências, mas já não opera a partir do mesmo eixo.
Em um contexto público e eleitoral, esse tipo de abordagem ganha ainda mais relevância, pois influencia consciências e molda percepções. Por isso, a discussão precisa ser feita com clareza. Não se trata de desqualificar pessoas ou intenções, mas de avaliar métodos e pressupostos. A questão não é se devemos nos importar com os pobres — isso é indiscutível —, mas se eles devem ocupar o lugar de chave interpretativa da fé.
Quando Cristo deixa de ser o ponto de partida absoluto, qualquer outro critério, por mais nobre que pareça, acaba reorganizando o evangelho ao seu redor. E quando o eixo muda, todo o restante muda junto.
Viva a resistência
Seria legal um encontro entre o Ed Rene e o Padre Júlio Lancelotti
❤sim, fazemos essa relação de Jesus com o segmento evangélico e por isso estamos nos confrontando com irmãos… devemos construir caminhos..
Eu nunca tinha ouvido o Henrique, já ouço o Ed, como uma cristã esquisita gosto de ouvir tudo, e reter o que é melhor , sou leitora das Escrituras, sou leiga em aspectos políticos, mas entendo um pouco a religião, a política e o evangelho do Reino.. gostei muito quando ele falou que deixou o púlpito pra ir pra política, e que a igreja não pode ser omissa, a minha visão é que a igreja não pode ser partidária, eu não sou de direita nem de esquerda, sou de Cristo e esse revelado, tem coisas que espero em Deus pra solucionar…e tudo que foi falado espero que seja praticado.
Há uma pretensão do tal Instituto Galileia em dizer-se uma voz profética, mas sendo, na verdade, uma voz dissonante que apoia o governo atual — governo esse que ampliou a desigualdade no nosso país. Não consigo ser conivente com a maioria dos comentários aqui neste vídeo, pois a realidade se prova amarga e não condiz com emprestar o prestígio do Evangelho a uma política tacanha, que abraça Roma, rindo ao ver Nero incendiá-la.
Henrique Vieira teria o meu voto também !!!
Tenho algumas divergências quanto a sua abordagem ao o evangelho q é poder de Deus para a salvação de todo aquele q crê, mas, devo reconhecer q ele é um bom homem, e o considero como meu irmão em Cristo, Deus te abençoe grandemente meu irmão
O melhor sermão que já ouvi, Henrique Vieira. Obrigado.
Não sou evangélico, mas como cristão, admiro demais esses 2 lumináres do verdadeiro cristianismo! No meu entendimento, o retorno do Cristo se dá no momento em o mundo se tornar o lar de mentes, e especialmente corações como desses 2 apostolos do Mestre.
Chega da extrema direita neofascita ,,, No Mundo todo ,,,
Brasil é Democratico progressista Humanista ,,,,
Vamos Defender essa democracia Brasileira
Pastor Ed e Henrique, vocês são autoridade espiritual sobre a minha vida. Ouví-los e sentir fluir o bálsamo do Espírito Santo, que me cura e me recoloca no caminho de Jesus Cristo de Nazaré. Deus os abençoe.
#ICLNOTICIAS @portaldojose Que EMOCIONANTE,,,
Parabéns!!!!! Deputado Pastor Henrique Vieira ,,,Uma excelencia para nóssa democracia Humanista ,,,
Essa fala do Henrique Vieira: não dá pra ser morno, é tempo de ser quente, me lembrou o grande filósofo, Agostinho de Hipona que descreve muito bem sobre o homem fervoroso e o homem morno.
Pr. Henrique tem meu voto 👍👍👍
Muito importante ouvir a exposição do nosso representante mais fiel no atual Parlamento. ❤❤❤
Sou católica. Adoro o Pastor Henrique, de quem, me orgulho de ser eleitora. Esses pastores pregam Jesus e o Cristianismo.
Ainda há esperança pra igreja protestante, pelo visto.
Graças a Deus,pela vida dos PASTORES Ed René Kivitz e Pastor e Deputado Henrique Vieira, DEUS é Pai e é fiel,envia seus profetas em épocas de angústias e aflições da igreja de Cristo que somos nós e não instituições, mas, templos do Espírito Santo. Dois HOMENS DE DEUS.
dois hereges, utilizam a religião como instrumento político pra embasar um posicionamento ou narrativa. tão ruins quanto bolsonaristas.
escutar o Ed ouvindo o Sarah Davachi, é outro nivel
Pastor Henrique é maravilhoso!!!❤❤❤❤
Que profundidade de interpretação que reflete exatamente um Jesus que se fez carne, se esvaziou a si mesmo e se entregou por amor.
Pra mim foi um dos discursos mais claros do que é ser um discípulo de Cristo sabendo ler o Jesus de Nazaré sem retoques, mas por que ele realmente é.
Henrique Vieira,nem sabe o que crê!!!
Quem é que identificou já no primeiro minuto o carimbo da teologia da libertação? Miserere Nobis!!!
Quando comecei a ouvir o Henrique Vieira, tive muita desconfiança e divergências, principalmente em seus embates com o Malafaia e por conta da sua posição política, hoje humildemente reconheço o quanto eu estava errado e graças a Deus pude mudar o meu olhar sobre ele, Henrique é um Político e Cristão necessário para esses tempos difíceis, que Jesus de guarde e te conceda saúde e disposição.
Senhor, como sou grata porque o senhor não desiste de enviar seus escolhidos pra nos encher de esperança e coragem. Proteção para os dois e todos os que são verdadeiros cristão.
Caramba, nunca tinha ouvido 👂 esse cara, que ser maravilhoso ❤
👏🏽👏🏽👏🏽👏🏽👏🏽🙌🏽🙌🏽🙌🏽🙌🏽🙌🏽🙏🏽🙏🏽🙏🏽🙏🏽❤️❤️❤️❤️
Sou muito grata por poder ouvir esses dois gigantes no conhecimento da palavra.São usados por Deus no resgate do verdadeiro evangelho.
Não sou evangélica e assumo que nesses últimos anos tenho tido muita dificuldade de lidar com eles. Esses dois pastores têm me ajudado a perceber que é possível ouvir e respeitar. Gostaria de sugerir que vcs evangélicos divulguem esses vídeos com seus irmãos de fé.
Terça-feira, todos a postos e vibrando as melhores energias para este debate na Globonews.
Belíssimo. Lembrando da história de Machado de Assis (A igreja do diabo). O diabo canta vitória, já vendo seu "rebanho" fazer o bem as escondidas. Jesus como guia, sempre. Com ou sem igreja, pois Ele não fundou igreja. Deixou exemplos a seguir❤
Mais uma beleza de encontro ❤
Isso, Henrique. Siga em frente!