500 da Reforma Protestante: religião, política e justiça | Ed Rene Kivitz | TEDxNovaLima

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  • Arte ou protesto não pode servir como escudo para a prática delituosa, sobretudo quando a sua finalidade é clara e cristalina. Caso contrário, qualquer um poderia denominar sua conduta de "protesto" ou uma pichação em residência alheia de "arte" para se evadir da responsabilidade penal.

    Ou seja, não é a denominação que o autor dá a sua conduta que a caracteriza como tal, mas, sim, o caráter subjetivo de sua conduta (o animus do agente), verificável por fatores externos.

    Segundo o dicionário, a arte tem diversos significados, mas o que mais se aproxima do que é, em termos gerais, considerado arte, é "Atividade humana ligada a manifestações de ordem estética, feita por artistas, com o objetivo de estimular interesse no espectador. ".

    A arte deve, portanto, ser ligada a uma ordem estética e ter como objetivo estimular o interesse do espectador. Ofender a crença ou alguém e fomentar práticas ilícitas não pode ser considerado arte, pois seu objetivo extrapola a real concepção do termo.
    – Hyago Otto

    @gabriel.evangelista 13 de outubro de 2025 18:40 Responder
  • Esse pastor Ed René é um evangélico com E maiúsculo! Realmente segue o evangelho verdadeiro

    @simonemadureiracavali2341 13 de outubro de 2025 18:40 Responder
  • Bom.

    @Jemendes931 13 de outubro de 2025 18:40 Responder
  • Muito bom. Quero aprender tudo sobre a reforma.

    @adrianadrica2825 13 de outubro de 2025 18:40 Responder
  • A Reforma Protestante não inaugurou a liberdade de expressão e opinião sem limites. A própria Constituição Brasileira foi muito feliz ao estabelecer que é livre a manifestação de pensamento, mas, em dispositivo logo a seguir, estabeleceu o direito de resposta e a indenização por dano moral, material e à imagem, proporcional ao agravo. Desse modo, com as vênias de estilo, o palestrante em suas conclusões foi infeliz ao definir os abusos recentes como expressão máxima da liberdade trazida pela Reforma Protestante. Há que se ter em mente que o que a Reforma propiciou foi a liberdade de crença, uma vez que ela quebrou o monopólio da verdade exercido pela Igreja Católica. Há que se resgatar o caráter denunciador da Reforma, que, como voz profética, atacou as mazelas da Igreja Romana e trouxe a lume a salvação mediante a fé, não mediante as indulgências.

    @WesleyCBarbosa 13 de outubro de 2025 18:40 Responder
  • Tenho acompanhado sempre seu trabalho Pr Ed, e o acho um grande mestre, mas dessa vez o senhor foi infeliz, apesar das lindas palavras acho que está ERRADO. O que expressaram com essas "artes" ferem a moral comum. Ferem o Evangelho. Então merece sim a censura.

    @wilsonsales3380 13 de outubro de 2025 18:40 Responder
  • Grande, pr. Voce é muito inteligente. Porém, discordo de sua critica que foram feitas às exposições patrocinadas pelo Santander. A liberdade de consciência de A, não cerceia o direito de criticar de B, tampouco blinda os que criticam; sejam de um lado (A) ou de outro (B). Princípios morais foram feridos naquela exposição, por isso, tenho o direito de criticar e igualmente de receber criticas por isso.
    Agora dizer que não há sentido em se opor ao que lá foi exposto, me desculpe, é censura.
    Poder criticar e não poder ser criticado fere nossos princípios democráticos, os quais ainda regem nosso país.

    @o.marcelocardoso 13 de outubro de 2025 18:40 Responder
  • Pensamento moderno… fala de oposição ao pensamento medieval… e tentativa de ser pós-moderno em nome da liberdade de expressão. Mas no final… acaba sobrando pouco coisa. Nosso querido Ed, tem palestras melhores que essa.

    @alexsandroalvesdasilva8005 13 de outubro de 2025 18:40 Responder
  • Concordo muuuito!

    @carolinaramaglia7318 13 de outubro de 2025 18:40 Responder

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